quarta-feira, 11 de agosto de 2010

E depois de uma tarde




Apesar das ruínas e da morte,

Onde sempre acabou cada ilusão,

A força dos meus sonhos é tão forte,

Que de tudo renasce a exaltação

E nunca as minhas mãos ficam vazias.




Sophia de Mello Breyner Andresen

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